• Sinopse do livro “1984” de George Orwell

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    julho 27th, 2011

    George OrwellSem sombra de dúvidas, o livro ‘1984’ de George Orwell, é um dos maiores livros do século XX. Publicado a primeira vez em 1949, a obra é ainda hoje leitura obrigatória para todas as pessoas interessadas em cotidiano, política e democracia.

    Seu autor George Orwell é mais aclamado que suas obras. Dono de uma mente brilhante, ele nasceu na Índia, mas viveu a maior parte de sua vida na Inglaterra. Sua perspicácia vai além da época em que viveu. E é justamente disso que trata sua obra-prima, o livro ‘1984’.

    A história se passa em um mundo que é controlado por um poder autoritário. Até aí, nenhuma novidade para a época, entretanto, o autor se sobressai quando começa a descrever um mundo dominado pelas máquinas e, principalmente, pela vigilância das câmeras.

    Essa vigilância é descrita de forma doentia para exemplificar um mundo sem privacidade e mergulhado em um controle de ideias e mentes. Na história, as câmeras vigiam as casas e a intimidade dos cidadãos. Nas entrelinhas, o autor deixa transparecer sua crítica ao capitalismo e ao autoritarismo.

    Livro “1984” de George Orwell

    Na obra, o leitor vai se deparar com conflitos entre nações e guerras intermináveis que precisam ser mantidas para que exista a paz. O personagem principal é um homem que percebe toda essa vigilância e tenta combatê-la. Para isso, ele inventa diversas formas de fugir da perseguição. Ele luta contra o ‘grande irmão’, que na verdade nada mais é do que o olho que tudo vê e tudo ouve, através das câmeras.

    O controle do estado sobre os cidadãos é tão grande, que até mesmo suas vidas pessoais são dominadas pelo governo. Por isso, eles não podem se envolver emocionalmente. Até o sexo é um ato que deve ser desprendido de amor, mas sim um ato mecânico, que só serve para a procriação.

    O personagem principal sofre ao perceber isso tudo, que é como uma simples máquina, dominado e vigiado pelo governo. Entretanto, sua percepção é descoberta pelos membros do partido, que o torturam e apagam toda a sua memória. Assim, ele não oferece risco para os dominantes.