• Abóbora/jerimum: uso medicinal; benefícios e receitas naturais

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    maio 15th, 2011

    Abóbora

    A abóbora também chamada de jerimum no Norte e Nordeste do Brasil, é um vegetal da família das Cucurbitáceas, que se destaca sobretudo por sua riqueza em vitamina A e pelo seu conteúdo em fósforo, cálcio e ferro.

    Uso medicinal da abóbora

    Folhas: são boas contra erisipela. Usam- se em fricções, da mesma forma que as flores. As folhas frescas contundidas, aplicam-se sobre queimaduras. A seiva das folhas auxilia no tratamento de verrugas.

    Flores: em fricções, dão bons resultados contra a erisipela, ajudando a dissipar o inchaço. Ligeiramente assadas e aplicadas ao ouvido, são indicadas contra as otites.

    Sementes: são calmantes e refrescantes. Em emulsão, prestam bons serviços nas inflamações do tubo digestivo, da bexiga e da uretra. Para combater a bronquite prepara- se uma emulsão da seguinte maneira: com 50 gramas de sementes descascadas, moem- se com 20 gramas de mel e 80 gramas de água. Tomar várias colheradas por dia.

    As sementes, descascadas ligeiramente tostadas, comidas com pão integral, pela manhã, são muito nutritivas. Podem também ser usadas com noes, coco e amendoi. É um alimento reconstituinte para crianças anêmicas, desnutridas, débeis e raquíticas.

    Polpa: crua ou cozida, serve para preparar cataplasmas emolientes que se aplicam sobre queimaduras de primeiro grau e sobre inflamações externas como furúnculos. A polpa também é alcalinizante, é ótima para a artrite.

    Receitas de remédios caseiros para tratamentos naturais

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    Anemia: tostar as sementes de abobora. Ingerir 20 a 40 destas sementes, juntamente com as refeições.

    Bronquite: 50 g de sementes descascadas, moer com 20 g de mel e misturar com 80 g de agua. Tomar várias colheres de sopa ao dia.

    Doenças do fígado: incluir liberalmente a abobora na alimentação na forma mais simples e natural.

    Doenças dos rins e hemorroidas: usar abundantemente o purê de abóbora, com mínimo de óleo e sal.

    Queimaduras: aplicar no local as folhas frescas trituradas, ou a polpa crua ou cozida.

    Fonte: livro ‘As Hortaliças na Medicina Natural’, págs. 23, 24, 26, 27 e 28.